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domingo, 27 de novembro de 2011

Nova-referencia-maia-ao-fim-do-mundo-e-encontrada-por-cientistas.

De acordo com a agência de notícia Associated Press, arqueólogos mexicanos descobriram uma segunda referência ao ‘fim do mundo’, que teria sido previsto pelos maias.

Como já não deve ser novidade para ninguém, muito se fala na Internet que algo grandioso ocorrerá em dezembro de 2012, mas estas alegações provinham de somente um achado.

O Instituto Nacional de Arqueologia do México teria emitido um comunicado anunciando um debate sobre o assunto e admitindo existir uma segunda referência ao fim do calendário maia. Arturo Mendez, representante do instituto, falou que o achado foi feito há alguns anos e foi submetido a um estudo completo, mas está guardado e não é exibido ao público.

A data no texto descoberto coincide com o fim do 13º Baktun, que é um ciclo maia, o qual se encerraria em 21 de dezembro do ano que vem.

Tanto as inscrições da primeira descoberta (Tortuguero), quanto ao do tijolo de Camalcalco, foram criadas há 1,3 mil anos.

O mais interessante de tudo, e o porquê da divulgação desta notícia neste blog, é que a primeira inscrição descreve algo relacionado ao deus Bolon Yote, que é associado à guerra e à criação, mas a erosão e um rachado na pedra ocultaram o final da escrita. Contudo, alguns cientistas acreditam que lá esta escrito: ‘ele irá descer dos céus‘.

Já, no texto de Camalcalco, os símbolos estariam invertidos, ou cobertos com estuque, o que indica que quem escreveu não queria que estes textos fossem lidos.

Vale lembrar, que os cientistas envolvidos nas pesquisas afirmam que a idéia de fim do mundo em 2012 é apenas uma má interpretação do calendário e que ele simplesmente indica o fim de uma era, e o início de outra.

De qualquer forma, logo saberemos.

n3m3

Fonte da notícia: http://noticias.terra.com.br

Leia mais: http://ovnihoje.com/2011/11/nova-referencia-maia-ao-fim-do-mundo-e-encontrada-por-cientistas/#ixzz1ewUVYxIZ

sábado, 12 de novembro de 2011

Tibetano ateia fogo ao corpo no Nepal; autoimolações continuam

Por Gopal Sharma

KATMANDU (Reuters) - Um tibetano exilado no Nepal ateou fogo ao próprio corpo nesta quinta-feira, disse a polícia, no mais recente caso de uma onda de autoimolações realizadas por tibetanos, principalmente na China, em protesto aos controles do governo chinês sobre sua religião e cultura.

O manifestante, cujo nome não foi divulgado, estava segurando uma bandeira tibetana e gritava 'Vida longa ao Tibete' antes de atear fogo a suas roupas em Baudha, uma proeminente área tibetana de Katmandu, disse o policial Shyam Lal Gyawali à Reuters.

'Eu vi que suas roupas estavam queimadas, mas logo alguns homens com aparência tibetana subjugaram (o manifestante), apagaram o fogo e o levaram embora', disse Dhuwas Tamang, guarda de segurança privado que testemunhou o incidente.

O homem não sofreu graves ferimentos, disseram as testemunhas.

Ao menos 11 tibetanos atearam fogo ao próprio corpo neste ano na província chinesa de Sichuan. A região, localizada no sudoeste do país, tem se tornado foco de protesto contra o domínio de Pequim.

A China culpou o Dalai Lama, vencedor do Prêmio Nobel da Paz, por incitar as autoimolações. O líder espiritual fugiu do Tibete em 1959 para a Índia depois de uma revolta fracassada contra o domínio chinês.

'Essas ações desafiam a consciência humana e os limites morais', disse o porta-voz do Ministério de Relações Exteriores da China, Hong Lei, na breve coletiva de imprensa realizada diariamente. 'Tais esquemas não terão êxito.'

'A maioria das pessoas no campo das religiões acredita que a vida deveria ser valorizada e que se deve retornar aos princípios do budismo', acrescentou Hong.

O Nepal, onde vivem mais de 20 mil tibetanos, está sob pressão de Pequim, um parceiro comercial e doador essenciais para o país, para reprimir qualquer atividade 'anti-China' realizada por tibetanos.

O governo nepalês diz que os tibetanos estão livres para ficar, mas que não devem participar de protestos contra seu gigantesco vizinho comunista.